Lembrei do vazio da minha alma, da incompreensão que carrego. Lembrei do buraco negro que se esconde no orifício do meu peito. Esse buraco me consome e me mata aos poucos.
Morrer, queria ter um quarto, para entrar e morrer um pouco hoje.... olho ao redor, e vejo que nada tenho, sou um João ninguém, sem casa, sem grana, sem alguém que me ame.
tenho apenas um celular com musicas tristes para me consolar nesse momento... mas o fone quebrado não deixa eu me afogar na solidão.
Não sou materialista, mas tenho necessidades e se almenos eu tivesse um prato de comida e um alguém para amar já estaria satisfeita.
[...] Doroti Martz
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